- quem é o meu amor?
- Eu e a mana!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
a cor da Mafalda

O Henrique é o grande amigo do meu filho lá na escola, mas depois das férias de Natal ele esteve uns dias sem aparecer. Ontem, quando fui buscar o Francisco ele disse-me logo que o Henrique já lá estava e descobri que tinha faltado porque a sua maninha tinha nascido.
A caminho do carro ia a falar com o Francisco sobre isso...
- Sabes filho, a mana do Henrique já nasceu!
- A minha também!
- Sim, mas a do Henrique é a Rosa.
- E a minha?
- A tua é a Mafalda.
- Mas qual é a cor da Mafalda?
Depois mais tarde, concluiu que a mana dele é castanha!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Papeis invertidos
Estavamos à mesa, eu estava com a Mafalda ao colo e do nada ela começa a chorar.
Francisco - O que fizeste à mana mãe?
Eu - Nada!
Francisco - Bateste na mana?
Eu - Claro que não!
Francisco - Eu vou chatear-me contigo!
Francisco - O que fizeste à mana mãe?
Eu - Nada!
Francisco - Bateste na mana?
Eu - Claro que não!
Francisco - Eu vou chatear-me contigo!
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
tenho sorte
Às vezes dou por mim a dar leite à Mafalda e agradecer ao universo por ter dois filhos perfeitos. Várias pessoas me disseram que eu tinha muita sorte em ter uma menina e um menino, mas eu sei que tenho muito mais sorte que isso. Que na verdade isso pouco importa...
Tenho a sorte de os coraçõezinhos deles baterem a bom ritmo, dos pulmões trabalharem na perfeição, de me olharem com aqueles olhos curiosos, de um correr e saltar sempre que pode e de outra comer bem sempre que lhe damos leite.
Tenho sorte de ter amor na minha vida, de ser amada por várias pessoas e de amar incondicional mente. De conhecer os seus cheiros, sorrisos e lágrimas. De ter tido o privilégio de viver com eles.
Tenho sorte por ser saudável e poder dar alegrias a quem me rodeia, como também tenho a sorte de as poder receber.
Desde que a Mafalda nasceu que o Francisco me parece maior. Talvez por agora ter uma pequenina em casa as escalas e proporções alteraram um pouco. Parece que perdi uma parte do seu crescimento, quando na verdade estive sempre presente. Passou realmente depressa, como toda a gente diz. Mas passou de forma preenchida e por isso também tenho muita sorte.
Tenho sorte por, quando penso bem, não ter realmente grandes problemas e considerar-me suficientemente inteligente para os ultrapassar quando estes surgirem.
Tenho sorte por ter dinheiro que não sobra mas que, de uma forma ou de outra, parece chegar sempre.
Tenho sorte por ter um companheiro inigualável que amo tanto!
Tenho sorte por ser feliz.
Realmente tenho muita sorte! Só tenho mesmo que agradecer ao universo.
Tenho a sorte de os coraçõezinhos deles baterem a bom ritmo, dos pulmões trabalharem na perfeição, de me olharem com aqueles olhos curiosos, de um correr e saltar sempre que pode e de outra comer bem sempre que lhe damos leite.
Tenho sorte de ter amor na minha vida, de ser amada por várias pessoas e de amar incondicional mente. De conhecer os seus cheiros, sorrisos e lágrimas. De ter tido o privilégio de viver com eles.
Tenho sorte por ser saudável e poder dar alegrias a quem me rodeia, como também tenho a sorte de as poder receber.
Desde que a Mafalda nasceu que o Francisco me parece maior. Talvez por agora ter uma pequenina em casa as escalas e proporções alteraram um pouco. Parece que perdi uma parte do seu crescimento, quando na verdade estive sempre presente. Passou realmente depressa, como toda a gente diz. Mas passou de forma preenchida e por isso também tenho muita sorte.
Tenho sorte por, quando penso bem, não ter realmente grandes problemas e considerar-me suficientemente inteligente para os ultrapassar quando estes surgirem.
Tenho sorte por ter dinheiro que não sobra mas que, de uma forma ou de outra, parece chegar sempre.
Tenho sorte por ter um companheiro inigualável que amo tanto!
Tenho sorte por ser feliz.
Realmente tenho muita sorte! Só tenho mesmo que agradecer ao universo.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
coração maior

"a mãe tem a barrirra muito gaaaanndeeeeee, muito gande. Quando a mana nascer a barrirra fica pequenina, pequenina pequenina."
E eu fazia figas para que realmente assim fosse!
O que eu não podia imaginar é que enquanto a barriga perdia tamanho, o coração ganhava. O meu coração cresceu para te receber Mafalda. Não há amor dividido, há simplesmente mais amor. Realmente o meu coração cresceu... bastante!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
a história do coelhinho

Já passaram 3 anos...
a uma velocidade alucinante...
E vem uma mana a caminho...
mesmo quase a chegar.
A vida é mesmo uma viagem engraçada!
No outro dia inventei uma história para o Francisco adormecer e agora todos os dias quando vai para a cama pede: "conta a história do coelhinho mãe!" Há partes que ele levanta a cabeça para me dizer ao ouvido o que vem a seguir. E quando está mesmo a chegar ao final fecha os olhos e mete um braço por cima do meu pescoço para garantir que eu fico ali com ele até adormecer. (com esta barriga já não é fácil).
A história é assim:
"Era uma vez um coelhinho que encontrou uma graaanndeee cenoura. Mas, quando se preparava para a comer, apareceu uma tartaruga.
- Olá coelhinho
- Olá tartaruga
- Que grande cenoura que tu tens aí... - disse a tartaruga - e eu tenho tanta fome. Dás-me um bocadinho?
E o coelhinho olhou para a cenoura, olhou para a tartaruga e disse: - está bem.
E deu um bocado da cenoura à tartaruga.
A tartaruga ficou toda contente e foi-se embora: - Adeus coelhinho!
- Adeus tartaruga!
Quando o coelhinho se preparava para comer a sua parte da cenoura, apareceu um esquilo.
- Olá coelhinho.
- Olá esquilo.
- Dás-me um bocadinho da tua cenoura? - perguntou o esquilo.
- Mas eu já dei um bocadinho à tartaruga e ela agora está mais pequena. - disse o coelhinho.
- Mas eu tenho tanta fome.... e ainda dá para os dois - respondeu o esquilo.
- Está bem!
E o coelhinho deu um bocado da cenoura ao esquilo que se foi embora todo contente: - Adeus coelhinho!
Quando o coelhinho se preparava para comer o resto da cenoura, apareceu um macaco.
- Olá coelhinho, dás-me um bocadinho da tua cenoura?
- Mas já dei à tartaruga e ao esquilo e ela agora está mesmo pequena.
- Mas eu tenho tanta fome, ainda hoje não comi nada - respondeu o macaco.
- Está bem.... - disse o coelhinho - e deu ao macaco um bocado da cenoura.
Quando o macaco se foi embora o coelhinho comeu logo a sua parte da cenoura, não fosse aparecer mais alguém! Mas como já estava tão pequenina, ele continuou cheio de fome! Resolveu ir andar no bosque para procurar mais comida.
Começou a andar, a andar e encontrou o macaco em cima de uma árvore.
- O que fazes aí macaco?- perguntou o coelhinho.
- Olá coelhinho, encontrei um cacho de bananas, tu queres uma?
- Mas eu nunca comi banana.... não sei se vou gostar!
- Prova uma coelhinho, é mesmo deliciosa!
O coelhinho comeu a banana que o macaco lhe deu e disse:
- Hum.... é mesmo boa esta banana... obrigado coelhinho, e adeus...
Continuou a andar, a andar e encontrou o esquilo em cima de outra árvore.
- O que estás a fazer esquilo? - perguntou o coelhinho?
- Estou a guardar bolotas para o inverno. Tu queres uma coelhinho?
- Mas eu nunca provei bolotas!
- Nunca? São mesmo boas, toma uma para provares - e deu uma bolota ao coelhinho.
O coelhinho provou a bolota e disse:
- É mesmo boa esquilo. Obrigado.
O coelhinho continuou a andar e mais à frente encontrou a tartaruga perto de um lago.
- Olá tartaruga, o que estás a fazer?
- Estou a comer ervinhas (pois... não sei bem o que comem as tartarugas), porque não comes um bocadinho também?
- Ervinhas? - disse o coelhinho - nunca provei ervinhas... será que são boas?
- Prova coelhinho! são mesmo boas! - disse a tartaruga.
E o coelhinho comeu ervinhas com a tartaruga: - pois são! são mesmo boas! Obrigado tartaruga.
Depois de comer tanto o coelhinho já estava mesmo cheio e a precisar de dormir um bocadinho. Começou a cavar a cavar e fez uma toca. Dentro da toca fez uma caminha... e foi dormir! Fim!"
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